Cada jogo é uma história
A vitória diante da Portuguesa foi muito importante para o Bahia, porém, a partida em si, não credencia o tricolor diante do Cruzeiro sair com um resultado positivo.
A partida foi digna de dois adversários com limitações no setor de ataque, e um meio de campo, digamos, esforçado.
Para o Bahia, foi bom encarar um adversário com seu artilheiro, Bruno Mineiro, em crise com as redes, por outro lado, é bom ver Ananias se dando bem em outro clube, o mesmo espero de Marcone, os minutos que atuou (Marcone) contra o Leão baiano no triunfo do São Caetano por 1 x 0, se saiu bem.
Porém, vamos ao titulo da matéria: Cada jogo é uma história.
O Bahia com certeza vai encarar o Cruzeiro com outra atitude, diferentemente da que entrou em campo diante da Lusa. Na verdade, parece que os dois clubes tinham como certa a vitória a qualquer momento. Conhecem o velho ditado? "não seja um leão diante das ovelhas, e nem uma ovelha diante do leão". No futebol, o certo é ser um leão o tempo todo. E com certeza o futebol apresentado pelo Bahia diante da Lusa não vai ser o mesmo que será apresentado diante da Raposa. Sendo que o Bahia vai a campo já sabendo dos resultados de Palmeiras x Fluminense e Botafogo X Portuguesa. É claro que o importante é o tricolor fazer a parte dele, porém, tropeço dos adversários ajuda, e muito. Foi assim o ano passado, sem contar com o fato que na partida do segundo turno contra o Peixe, o time da vila só pensava no Mundial, fatores que contribuíram e muito para permanência do tricolor na Série A.
Em resumo, diante da Lusa o tricolor não fez um bom jogo, o
time não teve aquela pegada de quem quer algo maior, porém, o retorno de Helder
encaixa melhor o meio de campo, após o gol, o time se encontrou melhor, tendo com Elias a grande chance de fazer o segundo, e Diones voltando a acertar um outro belo chute a gol para defesa de Dida.
E por falar em Diones, o gol salvador, os méritos ao meu ver, são
muito mais dele, que teve a coragem de chutar a gol, Souza já tinha perdido
uma chance na qual domina e em vez de bater firme para o gol inventa de tocar
de calcanhar para trás.
E para finalizar, uma ressalva, Lucas Fonseca jogou com decisão de quem quer ser titular, que possa contagiar o grupo diante do Cruzeiro.
O Bahia nãocainão, nãocainão, nãocainãoão
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