sábado, 29 de outubro de 2011

CURTAS CURTAS CURTAS


O Rubro Negro deu um importante passo rumo à concretização do sonho de voltar à série A ao ganhar do Americana hoje, e de quebra os resultados da rodadas foram a seu favor.

PARABÈNS. Agora é não deixar a peteca cair.

AS OPÇÕES DE JOEL

Joel Santana conversando lembra muito a astúcia de Paulo maracajá. Começou a semana antes do jogo contra o Vasco deixando nas entrelinhas uma possível derrota tricolor. Após a derrota enfatizou a condição de o Vasco ser uma grande equipe, que vem jogando junto há muito tempo. Depois volta falando que assistiu ao vídeo tape da partida com calma e percebeu que o Bahia perdeu em falhas dos jogadores e que ia conversar seriamente com o elenco.

Joel só esqueceu que voltou para o segundo tempo sem nenhuma alteração no time que venha perdendo dentro de casa.  Qual é o técnico da serie A hoje no futebol brasileiro que perdendo o jogo dentro de casas volta no segundo tempo sem nenhuma alteração no time? E quando mudou, mexeu errado em minha visão (aconteceu o mesmo nas duas ultimas partidas anteriores). Ele terminou a partida com dois centroavantes (antiga essa denominação) dois laterais esquerdos, sem contar na escalação de Reinaldo de titular e a insistência com Jones que não vem dando certo. A torcida que dizem que é o maior patrimônio do clube esperava Maranhão e nada.

Agora contra o Joinvile vamos ver as opções de Joel Santana, que deve falar em seu meio particular que aqui na Bahia ele manda.

O Bahia já começou bem, os resultados do sábado foram todos a seu favor.

Vamos nessa tricolor de Aço.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A educação possível

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.

Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares de jovens.

Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito. Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade? É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas prejudicam mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.

Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar, ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento, é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.

No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”. O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados. Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de lingüística em uma faculdade particular.
Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidades jovens que mal conseguiam articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.

Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós, que os escolhemos e sustentamos.

(Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

Frase para Reflexão



"As flores do amanhã, regam-se hoje."
(Dom Bosco)

sábado, 1 de outubro de 2011

VAMOS BAÊÊÊA, MINHA PORRETA!!!

CORINTHIANS X BAHIA

O jogo contra o Corinthians em minha opinião, o erro de Joel foi escalar Reinaldo ao lado de Junior, (muito embora o mesmo até que se movimentou bem) teria entrado com Maranhão no primeiro tempo para explorar o contra ataque. No mais, o Bahia enfrentou o timão de igual para igual, se perdeu um pouco quando sofreu o gol mais a história do jogo mostra que Joel tem que confiar no que ele mesmo diz: que o Bahia é time grande. Falando em Joel acho uma piada a imprensa da Bahia ficar passiva em uma coletiva com Joel dizendo que não definindo a equipe, fazendo treino fechado que é um trunfo, essa história já estar um meio ultrapassada, bem como, essa história de tentar não tomar o gol para depois ver se marca um.


BAHIA X AVAÍ


Logo mais no Estádio de Pituaçu o Bahia enfrenta o Avaí em um jogo difícil em minha opinião, ao contrário dos que dizem que vai ser presa fácil. O Avaí tem duas façanhas neste campeonato que foi jogando em casa ganhar do Corinthians e do Flamengo quando ninguém esperava.

Se Joel entrar com Ricardinho para organizar as jogadas no lugar de Carlos Alberto (que não vem organizando nada) acho a melhor opção, sendo que se optar por Camacho também é uma boa opção do treinador. Não optaria por Lulinha nessa faixa de campo, o atleta não tem características para organizar esse importante setor do campo.

Fico muito a vontade em elogiar Camacho que fez uma partida discreta contra o Corinthians, porém, retornou como titular em um importantíssimo jogo e não tremeu, bem como em elogiar Dodô, pois nesse modesto espaço tenho postagem anteriores em relação aos atletas citados não mim deixando levar pelo momento.



Que bom que Gabriel está relacionado para a partida, Joel deveria manter o bom momento de Junior um gol contra o Atlético-PR e uma belíssima partida contra o Corinthians. Jones precisa ter calma no momento do ultimo passe e nos cruzamentos. Deixa Lulinha para o segundo tempo e vamos pra cima, mais com cautela defensiva, que não significa retranca.